10 de fev. de 2014

BRASIL REGISTRA O MENOR NÚMERO DE FOCOS DE INCÊNDIO DESDE 2000

Em 2013, satélites registraram 115 mil queimadas em todo o país. Número deve voltar a crescer em 2014 por causa do tempo seco.



O Brasil registrou no ano passado o menor número de focos de incêndio desde 2000, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ao longo de 2013, foram detectados por satélites 115 mil pontos de calor. O número é 40% menor que o verificado em 2012 (194 mil).
Para o pesquisador Alberto Setzer, responsável no Inpe pelo monitoramento de queimadas no país, três fatores podem explicar o dado: o alto índice de chuvas, a situação econômica desfavorável e uma maior fiscalização.
"O ano de 2013 foi bem mais chuvoso que 2012 e outros anos. Quando há uma maior precipitação, ficam diminuídas as condições para uso e propagação do fogo", diz. "Além disso, a gente tem observado que, em anos que a situação econômica é favorável, quando há crescimento, seja pela exportação de soja ou de alguma outra atividade em alta, o número de queimadas e o desmatamento tendem a crescer, já que pessoas tentam aumentar a produção para se beneficiar. Não foi o caso do ano passado, quando todos estavam um pouco com o 'pé atrás'."
Segundo o pesquisador, um maior cerco das autoridades também foi fundamental. "Obviamente, quando as instituições estaduais e federais ligadas ao meio ambiente estão mais ativas no controle, cai o uso do fogo, já que ele é indevido, ilegal. E houve mais campanhas educativas e uma fiscalização mais intensa [em 2013]", afirma.
Pará foi o campeão de focos de incêndio: 20.542. Logo atrás, ficou Mato Grosso, com 17.823. O Maranhão, que em 2012 encabeçava a lista, diminuiu quase pela metade os registros: de 31.594 para 16.191 no ano passado.
2014
As altas temperaturas registradas neste ano devem favorecer novamente um aumento na estatística. Foram registrados em janeiro 2.634 focos, um aumento de quase 30% em relação ao mesmo mês do ano passado (2.049). Parte dos incêndios ocorreu em Mato Grosso (315), no Pará (251) e no Maranhão (195). Janeiro, no entanto, não costuma ser o mês que mais registra ocorrências. Historicamente, agosto, setembro e outubro concentram a maioria dos focos.

Para Setzer, as queimadas devem aumentar em 2014, em parte devido ao chamado "ciclo do fogo". "Quando se queima muito durante um ano, a matéria orgânica da superfície [do solo] se reduz. E a recomposição não é imediata. Em 2013, o número foi muito baixo, então em 2014 a gente terá uma situação oposta, já que haverá mais fontes disponíveis de combustão, sem contar que o ano está mais seco e quente", destaca.

Sob risco

Um em cada cinco municípios brasileiros (1.034 ao todo) tem atualmente alguma faixa de seu território em situação crítica para queimadas. "Isso significa que, se houver o início de uma queimada, ela pode sair do controle, já que a vegetação está mais seca e a umidade relativa do ar, muito baixa", diz Setzer.
Governo do Tocantins decreta situação de emergência por causa dos focos de queimadas (Foto: Elisangela Farias/G1 TO)
Apesar da diminuição de queimadas, Tocantins
teve que decretar situação de emergência em 2013
por causa de focos (Foto: Elisangela Farias/G1)
Os satélites do Inpe conseguem diagnosticar todos os focos de incêndio que tenham pelo menos 30 metros de extensão por 1 metro de largura.
Quase todas as queimadas hoje são causadas pelo homem, seja de forma proposital ou acidental. As razões variam desde limpeza de pastos, preparo de plantios, desmatamentos e colheita manual de cana-de-açúcar até balões de São João, disputas por terras e protestos sociais.
Segundo o Inpe, as queimadas destroem a fauna e a flora nativas, causam empobrecimento do solo e reduzem a penetração de água no subsolo, além de gerar poluição atmosférica com prejuízos à saúde de milhões de pessoas e à aviação. Denúncias de incêndios criminosos podem ser feitas ao Corpo de Bombeiros, às prefeituras, às secretarias estaduais do Meio Ambiente e ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).

Confira a matéria na íntegra em: g1.globo.com (http://g1.globo.com/natureza/noticia/2014/02/brasil-registra-o-menor-numero-de-focos-de-incendio-desde-2000.html)

4 de fev. de 2014

CAERDES REALIZA CURSO DE EXTENSÃO EM AGROECOLOGIA E AGRICULTURA ORGÂNICA

Foto: Sheila Feitosa

Introdução e princípios fundamentais da Agroecologia; manejo adequado da vegetação espontânea e dos solos tropicais; e indicadores de pragas e doenças são alguns dos conteúdos abordados no curso de extensão em Agroecologia e Agricultura Orgânica, realizado pelo Centro de Agroecologia Energias Renováveis e Desenvolvimento Sustentável (CAERDES), que fica no Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS) da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), em Juazeiro.

O curso, que começou neste sábado (1) e vai até a próxima quinta-feira (6), é ministrado pelo professor da UNEB, Dr. Jairton Fraga Araújo, e pela mestranda Melina Fernandes Costa e é voltado a estudantes de Agronomia e profissionais da área. A proposta é apontar os caminhos para o acesso a conteúdos que visam facilitar o entendimento dos conceitos de Agroecologia e Agricultura Orgânica que, segundo a mestranda Melina Fernandes Costa, são frequentemente confundidos pelas pessoas.  “A Agroecologia é uma ciência mais filosófica que tem como base a sustentabilidade. Já a agricultura orgânica põe em prática os princípios adotados pela Agroecologia”, explica Melina.

Para o professor da UNEB Dr. Jairton Fraga Araújo a capacitação de estudantes nesse curso de extensão é fundamental para que eles possam compreender que existem outras possibilidades para o desenvolvimento da agricultura. “O curso mostra que é possível ter produtividade, consciência e ganho econômico com responsabilidade socioambiental, utilizando tecnologias sustentáveis”, ressalta Jairton. 

A estudante de Agronomia da UNEB Maria Isabela de Souza Feitosa considera o tema essencial para sua formação profissional. “Optei em fazer o curso de extensão porque vejo a Agroecologia como um ramo bastante promissor, tendo em vista que a cada dia as pessoas se preocupam mais com a saúde e em consumir menos agrotóxicos”, relata.

O curso de extensão em Agroecologia e Agricultura Orgânica possui carga horária de 44 horas.


Fonte: blogdodtcs.blogspot.com.br
Confira esta e outras matérias em: http://blogdodtcs.blogspot.com.br/

28 de jan. de 2014

PROJETO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA APROVADO PELO CAERDES, FORTALECE A AGROECOLOGIA NA REGIÃO


O Centro de Agroecologia, Energias Renováveis e Desenvolvimento Sustentável (CAERDES), órgão do Departamento de Tecnologias e Ciências Sociais (DTCS), do campus III da UNEB, na cidade de Juazeiro da Bahia, concorreu ao edital Chamada MCTI/Mapa/MDA/MEC/MPA/CNPq nº 81/2013 e foi contemplado com cerca de R$200 mil, que serão investidos no Projeto intitulado: Integração, Ensino, Pesquisa e Extensão em Agroecologia e Agricultura Orgânica no Submédio São Francisco.
A equipe técnica para realização do projeto é composta pelos professores da UNEB Jairton Fraga Araújo – coordenador do projeto –e pelos Drs. Rogério Bispo, Edonilce Barros, Alessandro Mesquita e Josemar Martins.
Para satisfazer todas as dúvidas acerca da concepção e finalidade do projeto recém aprovado, o Professor Dr. Jairton Fraga Araújo nos concedeu uma entrevista.

Figura 1-Dr. Jairton Fraga Araújo, professor da UNEB e coordenador do Projeto.


CAERDES: Professor, como se deu a concepção do Projeto Integração, Ensino, Pesquisa e Extensão em Agroecologia e Agricultura Orgânica no Submédio São Francisco?

PROF. Dr. JAIRTON: O Projeto de Agroecologia é resultado do edital 81/2013, um edital muito amplo que envolve o CNPq, Ministério da Agricultura, Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério da Educação e Cultura e que oportunizou recursos financeiros para a formação de núcleos de Agroecologia, redes em agroecologia e centros vocacionais territoriais que contemplem Agroecologia. Nosso objetivo foi integrar o ensino, a pesquisa e a extensão em um único projeto, de forma que pudéssemos oferecer de forma mais sistemática algumas respostas. Por exemplo; na extensão, temos inúmeros conhecimentos científicos consolidados pela  Agroecologia, nós precisamos transformar o conhecimento em uma forma mais acessível ao agricultor. Por sua vez, os resultados de pesquisa precisam ser publicizados e transferidos. No projeto planejamos a execução de quatro subprojetos como forma de o agricultor acompanhar as pesquisas realizadas e compreender o processo científico a partir de sua interação com o saber popular e tradicional, como contributos para a produção agropecuária do Brasil, notadamente na região. E, por fim, o processo de capacitação, que envolve a preocupação em formar às futuras gerações, a exemplo, dos estudantes e jovens rurais e a promoção da igualdade de gênero no contato com a Agroecologia enquanto ciência, para que possamos oferecer mais adiante, respostas aos problemas que ocorrem na região. No entanto a ideia da capacitação não é pontual, desejamos de forma articulada fomentar a produção orgânica de alimentos e orientar quanto ao correto manejo da produção orgânica pelos agricultores que estão desejosos em deixar o uso intensivo de agrotóxicos e fertilizantes químicos, para uma outra forma de produção mais sustentável.


CAERDES: Quais são as expectativas para esse projeto?

PROF. Dr. JAIRTON: Bem, nós estamos muito otimistas. O projeto vai se desenvolver em Juazeiro e, também, em Canudos. A ideia é que nós possamos realizar uma série de atividades, já a partir do dia 1º de fevereiro, quando, começaremos com a realização de um curso de agricultura orgânica para estudantes. Acreditamos na formação de valores como estratégia para mudanças substantivas,a ideia é que a gente qualifique os jovens, para que esses jovens, quando, estiverem no exercício profissional, tenham uma visão correta da produção agroecológica. Então, nós estamos muito otimistas com os resultados, porque serão realizadas oficinas, cursos, minicursos, enfim, unidades demonstrativas que serão instaladas, projetos de pesquisa, então, nós estamos muito otimistas e compreendemos que essa é uma forma concreta de fazer com que o agricultor, empresário ou estudante possa conviver  no mesmo ambiente de ciência e tecnologia, compreendendo a importância dela e utilizando isso no dia a dia para uma produção agrícola sustentável.


CAERDES: Compreendendo que alunos, agricultores e empresários participarão ativamente do projeto, nos conte como este será executado:

PROF. Dr. JAIRTON: O projeto será executado pela Universidade do Estado da Bahia e pelo Centro de Agroecologia, Energias Renováveis e Desenvolvimento Sustentável, em parceria com a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola. A EBDA será responsável pela sensibilização e nós vamos fazer a parte de execução propriamente dita, com as capacitações, instalação dos projetos de pesquisa, realização de oficinas, elaboração de cartilhas e a EBDA será responsável pela seleção dos profissionais, tanto os profissionais técnicos, quanto nos auxiliará na seleção dos agricultores e, obviamente, será parte integrante desse projeto, importante porque é o órgão que atua na área de extensão rural oficial do Estado da Bahia.


CAERDES: Sabemos que, para a execução do Projeto,o CAERDES conta com algumas parcerias. Qual a importância destas para um melhor desenvolvimento do projeto?

PROF. Dr. JAIRTON: É difícil você fazer alguma coisa hoje sem os parceiros, porque cada parceiro tem uma expertise, tem uma competência. Nesse caso, a Extensão Rural Oficial da Bahia tem uma expertise em extensão rural de muitos anos. É fundamental você fazer essas parcerias porque você complementa ações, você estabelece o sentido da complementariedade. Nem todo mundo detém todo o conhecimento, então, a empresa de extensão, por exemplo,ela tem um largo conhecimento em ações e oficinas de extensão rural, então, ela vai nos ajudar. Você precisa das parcerias, são fundamentais para que você possa ter, na verdade, uma cobertura mais ampla, tendo em vista que esse projeto é um projeto amplo, ele integra as áreas de ensino, pesquisa e extensão.


CAERDES: Professor, quais foram as dificuldades na implantação do projeto?

PROF. Dr. JAIRTON: Nós não tivemos ainda dificuldades porque o projeto está sendo implantado. É possível que daqui a alguns meses nós tenhamos uma ideia de quais dificuldades foram importantes. Eu penso que uma coisa que pode realmente dificultar é o fato de que você não pode retirar os agricultores muito tempo da área de trabalho deles, porque eles vivem disso. Cada dia que você os tira das propriedades, é um dia que eles deixam de ter um retorno econômico, mas isso vai ter de ser feito da melhor forma possível para que não cause muitos prejuízos ou cause o mínimo de prejuízo, na vida das famílias rurais.


CAERDES: Professor, quais os benefícios que a implantação e execução desse projeto trará para o CAERDES?

PROF. Dr. JAIRTON: Do ponto de vista do CAERDES, é a realização das oficinas, produção de cartilhas, da realização dos projetos de pesquisa, divulgação do nome do Centro, como espaço técnico-científico capaz de produzir ciência, de realizar tecnologia, de capacitar pessoas e ser uma referência nessa área. Eu acho que isso é importante para o CAERDES.


CAERDES: Professor, quais os benefícios que a implantação e execução desse projeto trará para a comunidade?

PROF. Dr. JAIRTON: Eu acho importante, nossa atuação com as mulheres rurais, jovens, agricultores, técnicos, estudantes e até com empresários. Nós estamos contribuindo para a formação de um paradigma diferente do dominante na região. O paradigma da região é baseado na agroquímica, na utilização intensiva de agrotóxicos e fertilizantes. Nós vamos trabalhar com outra expectativa. Vamos trabalhar na recuperação dos solos, no manejo correto dos solos tropicais, no aproveitamento de variedades nativas, na integração entre lavoura e pecuária, vamos enfatizar a rotação de culturas, policultura, os adubos naturais, a rochagem, a biofertilização, uma série de práticas, que são técnicas sustentáveis, envolvendo as mulheres, jovens, os agricultores, os profissionais, os estudantes, ajudando e contribuindo para formar uma geração comprometida com um novo olhar para a agricultura.


25 de jan. de 2014

CURSO DE EXTENSÃO: AGROECOLOGIA E AGRICULTURA ORGÂNICA


ATENÇÃO ESTUDANTES DE AGRONOMIA!

Oportunidade de vagas para disciplina optativa.


Local: Centro de Agroecologia, Energias Renováveis e Desenvolvimento Sustentável (CAERDES) - DTCS - Campus III - Juazeiro


Data: 01, 03, 04, 05, 06 e 07 de fevereiro.
Carga horária: 48 horas


Vagas LIMITADAS!!!!!!



Inscrição com nosso colega Caio Bernardo



23 de jan. de 2014

TÉCNICA DE REPRODUÇÃO DE ABELHAS PODE FACILITAR POLINIZAÇÃO DE LAVROURAS

Atualmente, uma das principais limitações para utilizar abelhas sem ferrão na polinização é a dificuldade em produzir colônias em quantidade suficiente para atender à demanda dos agricultores.


A nova técnica levaria à redução do custo das produções agrícolas e à melhoria da produtividade em até 40%. Foto: Teresa Maia/DP/D.A.Press

São Paulo – Uma nova técnica para a reprodução de abelhas sem ferrão pode facilitar a polinização de lavouras no país, o que levaria à redução do custo das produções agrícolas e à melhoria da produtividade em até 40%. Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) desenvolveram um método pelo qual as larvas recém-nascidas recebem uma quantidade seis vezes maior de alimento do que estão acostumadas. Dessa forma, todas as abelhas fêmeas superalimentadas se tornam rainhas.

Atualmente, uma das principais limitações para utilizar abelhas sem ferrão na polinização é a dificuldade em produzir colônias em quantidade suficiente para atender à demanda dos agricultores. A maioria dessas espécies, como a mandaguari e a jataí, apresentam baixo número de rainhas. Elas são responsáveis por colocar os ovos e formar as colônias. “[Com a nova técnica,] a partir de uma única colônia consigo produzir 2 mil rainhas em um mês. É um número bastante elevado”, explicou Cristiano Menezes, pesquisador da Embrapa Amazônia Oriental e autor do estudo.

De acordo com Menezes, para polinizar toda a área plantada de morango no Brasil, por exemplo, seriam necessárias cerca de 50 mil colmeias da abelha jataí ou mandaguari. “Atualmente, a gente não tem quem forneça essa grande quantidade”, informou. Ele explicou ainda que muito produtores precisam contratar trabalhadores para passar o dedo de flor em flor para transportar o grão de pólen pela falta das abelhas, o que aumenta custo da produção. Um dos exemplos em que esse trabalho é necessário é no cultivo do maracujá. “Se não tiver polinização, a produção de frutos é zero”, destacou.

O processo de polinização ocorre naturalmente quando animais fazem o transporte do pólen de uma flor para outra. As plantas fornecem o recurso alimentar, geralmente o néctar, e as abelhas, que são os principais agentes polinizadores, coletam. Nesse processo, elas se sujam de pólen e, ao visitar outra flor, transportam esse grão, levando à reprodução da planta. Para cada tipo de flor, uma espécie de abelha é adequada ao trabalho. “Além de o custo ser bem menor, a abelha é muito mais eficiente que o ser humano. Nasceram para fazer isso. Quando você aluga uma colônia, ela já tem 10 mil indivíduos trabalhando”, explicou. Isso aumenta a produção em cerca de 20% a 40%, apontou Menezes.

Além do baixo número de rainhas, o grande volume de área desmatada para plantação e o uso intensivo de pesticidas explicam a insuficiência de abelhas. Nesse sentido, os primeiros projetos em campo da pesquisa, a serem iniciados no próximo ano, serão feitos na região sul do estado de Minas Gerais. “É onde o controle biológico já é bastante difundido”, disse Menezes. Ele ressaltou que o estudo está sendo feito em parceria com uma empresa produtora de agentes biológicos para que seja disponibilizado um pacote de serviços mais adequado à polinização. “Não adianta nada o agricultor alugar colmeia e bater bastante inseticida, porque vai matar abelhas”, justificou.

Hoje, o serviço de aluguel de colmeias para a polinização de lavouras só está disponível em espécies com ferrão. De acordo com o pesquisador, o custo médio é R$ 60 pelo período de dois meses. “Na época da plantação, o agricultor vai alugar o serviço e a gente estaciona as abelhas no período da floração. No café, por exemplo, dura em torno de 15 dias”, explicou. No caso das abelhas sem ferrão, como é um mercado novo, não há estimativa de preço, mas Menezes avalia que o custo deve ser similar ao que é praticado atualmente.

Os pesquisadores estão, agora, iniciando a fase de coleta de colônias para produção em larga escala. A partir do próximo ano, as colônias serão levadas para a plantação, a fim de testar o funcionamento delas e, em 2015, espera-se que o serviço esteja disponível.


Fonte: Agência Brasil 

Publicação: 25/12/2013 14:24 Atualização: 25/12/2013 15:40

31 de dez. de 2013

ESSA ANIMAÇÃO VAI TE FAZER REFLETIR SOBRE A RAÇA HUMANA

Todos os seres existentes no planeta possuem características específicas que permitem que eles sobrevivam em meio às diversidades. Nós humanos não somos velozes, nem muito grandes ou fortes, nem expelimos um veneno mortal quando estamos nervosos – mas, em contrapartida temos um cérebro mais desenvolvido do que os outros animais. Por esse motivo, muitas vezes fazemos um julgamento equivocado, nos considerando superiores aos outros seres vivos. Concedemos a nós mesmos o direito de explorar, de matar, de dominar e achamos isso normal – afinal, somos nós que ditamos as regras e a situação é confortável (já viu político reclamar do aumento de salário votado por eles mesmos?).

E nessas, o ser humano conseguiu trazer muitas evoluções, mas também trouxe mais destruição do que qualquer outro ser que já habitou a Terra. O modelo capitalista não funciona sem progresso, e progresso significa fazer tudo em nome de mais dinheiro. Inclusive abusar do planeta e acabar com recursos que jamais voltarão. Talvez seja um pensamento um pouco pessimista demais, mas a impressão que temos é que os humanos não vão parar. Ainda sim, cabe a nós que não compactuamos com esse sistema de destruição, continuar na luta da forma que conseguirmos.

Por isso, hoje trouxemos um vídeo chamado “Man” [que inclusive, muita gente já viu - só o vídeo original no youtube já acumula mais de 3.369,385 views], que é uma animação feita pelo ilustrador londrino Steve Cutts, e que retrata bem a relação da humanidade com os outros habitantes do planeta e com o meio ambiente. O curta de menos de 4 minutos vai mostrando com genialidade várias atrocidades cometidas por nós, humanos, e que passam despercebidas por já fazerem parte do sistema – daí o título provocativo desse artigo, que pode te deixar com vontade de pertencer a uma outra espécie por alguns instantes. Assista:





11 de dez. de 2013

MAIS UMA VITÓRIA PARA O CAERDES!

CAERDES aprova Projeto no CNPq:


A Diretoria do CNPq, com base na recomendação do Comitê Julgador do Programa de Ciência e Tecnologia para o Agronegócio, aprovou o projeto de Agroecologia solicitado pelo CAERDES, no valor de 200 mil reais.

A aprovação do Projeto acarretará em mais investimentos nas pesquisas e grandes melhorias para o Centro.




6 de dez. de 2013

TRABALHO RURAL SOB A ÓTICA DO DIREITO AGRÁRIO: A LUTA PELO CUMPRIMENTO CONSTITUCIONALIZAÇÃO DA FUNÇÃO SOCIAL DA PROPRIEDADE

Por  Mahatma Lenin


A busca do amparo legal remonta, preliminarmente, na Constituição Federal vigente que consagra o Princípio da Função Social da Propriedade, especificando que este tem entre suas extensões a consagração da busca por exploração que favoreça o  bem estar dos proprietários e dos trabalhadores, aliado ao respeito as normas que regulam as relações de trabalho.

Sendo o princípio da função social consagrado com meta primordial do Direto Agrário, não há como não se atribuir a este ramo as responsabilidades decorrentes da atividade agrária enquanto fonte de labor. O respeito a este princípio é a determinante para que a propriedade rural se faça como instrumento de justiça social, sendo de responsabilidade primordial do Direito Agrário a efetivação do cumprimento constitucional, inserido não só no capítulo referente a Política Agrícola e Fundiária e da Reforma Agrária, como no Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos.
Ainda, na concepção constitucionalizada da função social da propriedade, pois ela é a expressão e a sintonia de uma profunda mutação jurídico-social que se abre sobre as sociedades atuais.

Neste aspecto, temos de considerar que a definição, posta no livro constitucional, retrata a função social da propriedade rural como sendo não só cumprimento dos itens relativos à produtividade e a preservação de recursos naturais, mas a observância das disposições que regulam as relações de trabalho e exploração que favoreça o bem-estar dos proprietários e dos trabalhadores (art. 186 da CF).
É tanto que após cinco anos a Lei 8.629/93 houve por bem ordenar e regulamentar o dispositivo constitucional determinando:
“Art. 9º A função social é cumprida quando a propriedade rural atende simultaneamente, segundo graus e critérios estabelecidos nesta lei, os seguintes requisitos:
(...)
III – observância das disposições que regulam as relações de trabalho;
IV – exploração que favoreça o bem-estar dos proprietários e dos trabalhadores.
(...)
§ 4º A observância das disposições que regulam as relações de trabalho, implica tanto o respeito às leis trabalhistas e aos contratos coletivos de trabalho como às disposições que disciplinam os contratos de arrendamento e parcerias rurais.
§ 5º A exploração que favorece o bem-estar dos proprietários e trabalhadores rurais é a que objetiva o atendimento das necessidades básicas dos que trabalham a terra, observa as normas de segurança do trabalho e não provoca conflitos e tensões sociais no imóvel.”.

Logo, adotando a postura da função social, as Constituições e as legislações modernas tratam de resolver a questão social e alcançar uma forma de organização jurídico-institucional, que permita solucionar as múltiplas contradições econômico-sociais, em que vive boa parte da sociedade de hoje.

Sob esta ótica ocupa-se este trabalho de dedicar especial estudo aos que lutam pela terra, construindo a atividade agrária, quer enquanto empregado, empregador, proprietário familiar, arrendatário, parceiro, assentado, empresário rural. Para tanto ocupa-se em desvendar o universo do trabalho rural, no raciocínio do Direito Agrário, tomando em conta os aspectos jurídico- sociais e suas decorrências, supondo a atividade rural como meio alternativo para a crise do desemprego do Brasil.



2 de dez. de 2013

CAPACIDADE DE SUPORTE DO PLANETA PEDE PRECISÃO

Usada para medir o impacto da humanidade sobre a Terra, pegada ecológica não ajuda a avaliar recursos


Qual é o tamanho da “pegada” da humanidade no planeta? Depende da medida.

Desde meados dos anos 90, ambientalistas, políticos, pesquisadores e outras pessoas usam um conceito chamado de “pegada ecológica” para quantificar a saúde relativa do planeta sob a influência da atividade humana. De acordo com essa medida, nossa pegada superou o planeta em que caminhamos: atualmente, seres humanos usam 1,5 Terra para sustentar seu bem-estar.


A pegada da humanidade pode não exceder a capacidade da Terra, no fim das contas.




O conceito deu origem a um falso feriado, chamado de “dia do exagero”, que marca o ponto em que humanos gastam os recursos naturais que deveriam durar o ano todo. Neste ano, o feriado foi em 20 de agosto.

Uma nova análise, porém, sugere que o tamanho da pegada de nossas sete bilhões de pessoas foi medida de maneira errada. “A pegada ecológica original é uma boa metáfora e uma boa maneira de nos fazer pensar a respeito do sobreuso do planeta, mas o que nós realmente queremos de uma pegada é que ela seja uma ferramenta de administração”, observa Peter Kareiva, coautor do estudo, publicado em 5 de novembro na PloS Biology.

Kareiva é cientista-chefe do The Nature Conservacy, um grupo ambiental que usa o conceito de pegada ecológica de vez em quando. Mas agora ele está pedindo uma medida melhor. “Eu gostaria que as pessoas não ficassem satisfeitas com a pegada ecológica atual, e que tentassem encontrar técnicas que realmente medissem a água, o solo, e todas as maneiras que usamos para degradar nossos ecossistemas para que essas técnicas se tornassem medidas que podem ser usadas administrativamente”, declara Kareiva.

Em seu nível mais fundamental, a pegada ecológica incorpora seis medidas – cobertura urbana, dióxido de carbono, poluição, campos agrícolas, pescarias, florestas e pastagens – para revelar “a área agregada de ecossistemas de terra e água exigidos por populações específicas de seres humanos para produzir os bens e serviços de ecossistemas que eles consumem e para assimilar seus resíduos de carbono”. Ou pelo menos essa é a definição de William Rees, pesquisador de planejamento urbano da University of British Columbia, e Mathis Wackernagel, diretor da Global Footprint Network, que se uniram para desenvolver a medida.
A essência do caso contra a pegada é que, pelo menos em nível global, toda a medida se resume à assimilação de CO2. Isso acontece porque, por definição, terras cultiváveis, pastagens e outras métricas de terras e oceanos que usamos não podem exceder o tamanho do planeta, como até Rees e Wackernagel reconhecem. “Ao contrário de nações e regiões, a Terra não pode ‘importar’ a biocapacidade de terras cultiváveis e, portanto, não pode apresentar um déficit”, escreveram Rees e Wackernagel em resposta à crítica.

Assim, do ponto de vista global, a acumulação de CO2 na atmosfera é a única razão de a pegada ecológica da humanidade ser maior que a própria Terra. O que o tamanho da pegada significa em termos físicos é que o mundo não tem florestas suficientes para absorver todo o excesso de CO2 da queima que a humanidade faz de combustíveis fósseis, além de outras atividades. “Isso nos diz que florestas não estão absorvendo todas as emissões industriais, mas todo mundo já sabia disso antes”, aponta Linus Blomqvist, diretor do Programa de Conservação e Desenvolvimento do Instituto Breakthrough, um think-tank neo-ambiental. A pegada ecológica, de acordo com ele, é uma “tentativa fracassada de medir a capacidade de suporte”.

A humanidade poderia reduzir o tamanho de sua pegada ao aumentar dramaticamente a absorção de carbono das árvores do mundo – substituindo, por exemplo, florestas por plantações de árvores que crescem rápido, como eucaliptos. Mas isso dificilmente seria bom para o planeta, aponta Kareiva, porque florestas naturais trazem outros benefícios, como abrigar uma diversidade de animais, fungos, insetos, micróbios e plantas. E a pegada também não revela nada específico a respeito do possível sobreuso de terras cultiváveis ou pastagens, desmatamento global ou mesmo o impacto da expansão urbana.

A alternativa preferida de Kareiva é o que ele chama de “Projeto Genoma Terrestre” – uma compilação de dados que se resume ao nível local de uso de água, degradação do solo e, sim, gases estufa e outras formas de poluição do ar.

Um sistema assim revelaria se o lençol freático local estaria diminuindo ou se a pastagem estaria intensa demais em uma região específica – exatamente o tipo de julgamentos que a pegada global não serve para fazer. “Você poderia usar uma terra árida em excesso e convertê-la permanentemente em deserto – esse é um limite local”, explica Kareiva. “Precisamos procurar limites porque eles nos dizem o risco do próximo nível de degradação”.

A pegada ecológica, porém, pode revelar conexões importantes em níveis nacionais e internacionais, apontam Rees e Wackernagel. Então, por exemplo, mesmo que canadenses tenham uma pegada pequena, o excedente das terras cultiváveis, florestas e pescarias do Canadá é essencialmente exportado para países como os Estados Unidos e a China, que têm pegadas muito grandes. “A maioria dos países está em déficit ecológico, cada vez mais dependentes de trocas potencialmente incertas de biocapacidade”, escreveram Reese Wackernagel. “O que poderia ser ganho ao se ignorar a avaliação das pegadas?”


 Fonte: David Biello. Scientific American Brasil
Confira o artigo na íntegra no site: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/humanos_nao_estao_usando_mais_de_um_planeta.html

19 de nov. de 2013

O QUE MARINA RESGATA?



Por Prof. Dr. Jairton Fraga Araújo


Substancialmente as utopias da esquerda mundial revestidas da contemporaneidade e da visão de sustentabilidade dos processos de luta pelos quais homens e mulheres se debatem há milênios.

Não é uma messiânica como alguns tentam torná-la, mas substantivamente dotada de enorme força moral e filosófica.

Certamente não é dos melhores quadros técnicos em questões cruciais para o novo Brasil, todavia, revela considerável lucidez quanto ao xadrez das coisas por fazer. Creio que entende mais dos processos sociais do que dos arranjos tecnocráticos. E é aí que Marina sublima-se, moldando uma nova visão para a política, com a firmeza dos convictos e a serenidade dos que estão convencidos sobre os caminhos a trilhar.

A filha da floresta sabe o que precisa ser feito e especialmente compreende suas limitações. Sustentabilidade nos processos econômicos, sociais, políticos, culturais e tecnológicos tem sido o mote discursal de Marina e deriva daí, toda sua energia para um projeto de governança pública e de desenvolvimento sustentável.

Dessa maneira simples, e fundamentalmente autodeclarada, a seringueira do Acre, retoma e resgata valores e ideais num mundo soberbamente pragmático, dotado de excessivo esvaziamento filosófico e antidiscursivo. Mais que isso, Marina trabalha para desconstruir o mito do crescimento pelo crescimento e propõe mais, mas não do mesmo, de algo diferente – diálogos, olhares e saberes em construção. Defende um novo ativismo e um protagonismo que soa semelhante à democracia participativa dos cantões suíços.

Definitivamente, seu projeto inova, resgata, protagoniza e enche de esperanças todos, só não poderemos prever o amanhã sem utopias. Marina é a utopia necessária do Brasil no início do século XXI.


18 de nov. de 2013

ACIDENTE NUCLEAR EM FUKUSHIMA E OS RISCOS PARA O PLANETA

O acidente nuclear de Fukushima está destruindo o planeta, alastrando-se pelos oceanos, prejudicando a saúde e o bem-estar da humanidade. Entretanto, isso não é a única preocupação de ambientalistas, o desastre de Fukushima pode ser ainda maior.
Segundo  o renomado cientista David Suzuki, vencedor de 16 grandes prêmios acadêmicos, Fukushima é uma bomba relógio pronta para explodir, varrendo do mapa o Japão e provocando uma evacuação em massa do continente norte-americano. Suzuki alerta para um perigo iminente, pois caso a região da usina nuclear de Fukushima seja atingida por outro terremoto de magnitude sete ou mais, o que ainda restou dos reatores nucleares liberariam uma radioatividade extraordinária capaz de destruir o país inteiro e alastrar-se em direção à outros continentes próximos.
A usina nuclear de Fukushima onde toda a estrutura do prédio, talvez das varetas em si, estão danificadas. É fundamental reverter esse quadro porque qualquer outro desastre natural pode liberar a radiação na atmosfera e causar mais um desastre.
Um grande fator de risco é que terremotos são muito comuns no Japão, por isso, as chances de um abalo sísmico de grande escala é de 95% nos próximos 3 anos. Estamos diante de uma catástrofe que tem sido negligenciada por diversas autoridades de todo mundo. Há dois anos cientistas de diversas partes do planeta alertam sobre os riscos dos reatores da usina, mas apesar disso, só agora  a empresa responsável pela usina nuclear de Fukushima, Tepco, anunciou que começará a tentar extrair os mais de 1.200 blocos utilizados na piscina de resfriamento de combustível nuclear.
No entanto, pode ser tarde demais. Suzuki acredita que um terremoto poderá atingir a usina antes que a empresa consiga remover todo o líquido radioativo e impedir que um acidente de grande proporção aconteça. Enquanto isso, autoridades de todo mundo camuflam as evidências e fazem vista grossa para os níveis de radioatividade que crescem a cada dia.
A radiação que pode ser vazada é mais de 15 mil vezes o que foi liberado nos bombardeios em Hiroshima, na Segunda Guerra.

  • 10 sinais que o acidente nuclear de Fukushima está destruindo o planeta:

Diariamente, 300 toneladas de água radioativa da Usina Nuclear de Fukushima, no Japão, são despejadas no Oceano Pacífico. Após o acidente nuclear, desencadeado por um trágico terremoto, seguido do uma tsunami , em 2011, a cidade de Fukushima foi devastada e um dos maiores vazamentos nucleares foi deflagrado.
Trata-se de um acidente nuclear sem precedentes, que coloca em escopo as discussões sobre o incentivo a produção de energia nuclear, tendo em vista os grandes impactos ambientais relacionados a esse tipo de tecnologia. Algumas das principais ONG’S de proteção ao meio ambiente tem procurado alertar a grande mídia de todo o mundo e chamar atenção para o perigo iminente que Fukushima trás à saúde e bem estar da humanidade. Separamos alguns dos principais sinais de que o acidente já está destruindo nosso planeta:
1. Ursos polares, focas e morsas ao longo da costa do Alasca estão sofrendo de perda de pele e feridas abertas. Trinta e três ursos foram encontrados nas proximidades do Alasca, Estados Unidos, em condições nunca antes documentadas.
2. Neste momento acontece uma epidemia de mortes de leões marinhos ao longo da costa da Califórnia. Segundo pesquisadores que trabalham no local, 45 por cento dos filhotes nascidos em junho morreram, registrando um evento incomum de mortalidade desses animais.
3.  Ao longo da costa do Pacífico do Canadá e da costa do Alasca, a população de salmão-vermelho tem uma baixa histórica.
4.  Os peixes que vivem ao longo de toda a costa oeste do Canadá  estão sangrando através de suas brânquias, barrigas e olhos.
5.   Uma vasta área de detritos radioativos de Fukushima, que é aproximadamente do tamanho da Califórnia, cruzou o Oceano Pacífico e está começando a colidir com a costa oeste. Isso não é contestado por nenhum Governo.
6. Em uma pesquisa feita na Califórnia, descobriu-se que 100% dos atuns analisados foram contaminados com a radiação de Fukushima.
7. Autoridades canadenses estão encontrando níveis extremamente elevados de radiação nuclear em determinadas amostras de peixes.
8. A costa da Califórnia está tornando-se uma zona morta. As rochas estão estranhamente limpas – não há praticamente nenhuma alga, craca, ouriço do mar, etc. As piscinas naturais estão igualmente estranhas, desprovidas de caranguejos, caracóis ou qualquer outro sinal de vida.
9. Estima-se que até 100 vezes mais radiação nuclear do desastre de Chernobyl já foi liberada no mar à partir de Fukushima.
10. Um estudo realizado no ano passado chegou à conclusão de que a radiação do desastre nuclear de Fukushima pode afetar negativamente a vida humana ao longo da costa oeste da América do Norte, do México ao Alaska “por décadas”.
O mapa abaixo mostra a radiação nuclear da usina de Fukushima que vem atingindo a costa americana nos últimos 2 anos: